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Olá, Pessoal!

Primeiro post de 2017 saindo agora em Abril!

O ano de 2016 foi uma jornada intensa de superação de medos, sejam pequenos, sejam grandes.

Em 2017, já me sinto mais fortalecida, com mais confiança nas minhas capacidades e talentos, que são muitos!

Tenho estado inativa por aqui, mas presente no Instagram (carla.em.montreal).

Estou cogitando voltar a escrever por aqui. Vamos ver!

Abraços!

Tirando a poeira

Oi Pessoal, eita que sumi daqui! Mas as leitoras daqui que me acompanham no snapchat (carlapancha) sabem de mim todo dia! Então, se bater saudade, me adiciona lá.

Estou me organizando para ter tempo disponível de vir aqui, mesmo porque para contar sobre minhas superações e desafios, é preciso deixar passar um tempo, pois não é da noite pro dia que faço progressos notáveis: é na soma de um dia após o outro que percebo os resultados das mudanças internas; e também aonde ainda tenho limites.

O importante é persistir sempre, pois todo caminho é caminho.

Desculpem-me a demora em responder os comentários: é que nem entrar no site eu estava entrando!

Abraços! ;)

Introdução sobre meus medos

Medo. def. 1. Estado emocional resultante da consciência de perigo ou ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários.

Reais, hipotéticos ou imaginários.

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Na nossa evolução como seres humanos, o medo nos ajudou como ferramenta de adaptação à realidade: discernirmos o seguro do perigo.

Alguns medos são inatos, isto é, de alguma forma já nascemos sabendo o quê evitar, como grandes alturas por exemplo. Já outros medos são adquiridos através das experiências vividas. Exemplo: você era criança e precisou tomar uma injeção que doeu mais que tudo e disto resultou num medo de agulhas ou de enfermeiras, de hospital, etc.

Eu costumava achar que ter medo é sempre algo ruim, algo que eu tinha de curar em mim, algo a ser evitado com todas as forças. Para você ter uma idéia, quando eu comecei a fazer psicoterapia, em 2011, meu objetivo era atingir um estado de total ausência de medo de qualquer coisa. Que viagem!!!

O medo tem suas funções positivas. Por medo de morrer, por exemplo, é que dirigimos com atenção, ou não entramos para nadar num mar em ressaca. Medo não é algo a ser anulado.

No entanto, existem aqueles medos hipotéticos e imaginários, como na definição no início do texto. São aquelas “viagens na maionese”, aquelas hipóteses catastróficas que inventamos na nossa cabeça sobre situações que nem sabemos se acontecerão. E sofremos, sofremos muito com a cabeça a mil imaginando incontáveis cenários negativos. É o tipo de medo que se chama de ansiedade.

Todo mundo tem medo de alguma coisa ou situação. A diferença está em como cada indivíduo lida com o medo.

Há aqueles que sentem medo, mas confiam suficientemente em si e na vida, de forma que passam pela situação de medo sem desespero ou descontrole emocional.

Há quem, como eu, até encaram a situação de medo, mas com profunda angústia e sofrimento, tipo você vai, mas vai se cagando?

E há aqueles que paralisam de medo. Simplesmente não conseguem agir.

Veja se você se identifica em alguma coisa comigo:

Situação: você precisa apresentar um relatório ou uma idéia em uma reunião.

Você se prepara obcessivamente para que tudo saia “perfeitamente perfeito”. Uma vez a apresentação pronta, você tem certeza que ela está excelente.  Daí a cabeça começa: “E se me perguntarem isto?”, “E se o fulano não gostar?”, “E se eu gaguejar?”, “E se o Power Point não funcionar?”, “E se?”, “E se?”…Uma inundação de pensamentos catastróficos ! Daí você fica preocupada e não consegue dormir direito, tem pesadelos, quer comer o mundo para apaziguar a ansiedade, fica em constante estado de alerta pensando na apresentação e se preparando mentalmente para todas estas possíveis catástrofes: imagina perguntas e elabora respostas; leva seu laptop, mil cabos e umas 3 chaves usb com cópia da apresentação…Enfim, chega o dia! Você está tão nervosa que tem aquela diarreia pré reunião porque está se borrando de medo. …Eis que a apresentação é um sucesso! A reunião se desenrola maravilhosamente ! Objetivos alcançados! UFA! …Mas o sentimento de satisfação pessoal dura o quê? Duas, três horas? Até o fim do dia?

Querida leitora, você acha que meu medo diminuiu depois desta situação relatada acima? Que eu me senti mais capaz? Que numa próxima situação eu tive  menos medo?

NÃO!

Este é um trabalho longo, de mudança de meu sistema de crenças, mudança de padrões de comportamento, desenvolvimento de autoconfiança e coragem. É como plantar uma árvore: da semente à uma árvore de muitos metros, há muita paciência e trabalho envolvido. É preciso cuidar, regar e amar.

Assim sendo, o que compartilho aqui nesta minha nova fase blogueira, é como eu tenho lidado com esta gangorra emocional entre momentos de puro medo e momentos de forte autoconfiança; e quais as ferramentas e acões que tenho praticado para construir e consolidar minha coragem.

Abraço à todas!!!

 

 

 

Saudades de mim? Saiba onde me encontrar ;-)

Alô você, leitor(a) antig(o)a do blog! ;-)

O blog está desativado para futuras postagens. Talvez um dia eu queira voltar a escrever aqui, mas até lá, você poderá saber de mim pelas seguintes formas:

Se quiserem me enviar e-mail, o endereço é madame.charlotte.76@gmail.com

Para acompanhar meu dia a dia, me ver filosofando sobre a vida ou simplesmente atuando minha veia cômica, me acompanhe pelo Snapchat (precisa baixar o aplicativo no telefone). Lá você me acha pelo nome de usuário carlapancha

Beijos!

Vem pro Snapchat!

Pra quem está sentindo falta dos meus vídeos e de notícias minhas, baixe a app Snapchat e me adiciona lá como carlapancha.

Lá eu coloco mini vídeos diários sobre o que ando fazendo. Eles ficam no ar por 24 horas para as pessoas poderem ver.

Depois disto o sistema apaga.Eu tenho adorado acompanhar vídeos das pessoas e fazer os meus também. Entre pra turma!

SNAPCHAT: carlapancha

Minha filosofia

Eu acredito na tríade “Reeducação Alimentar + Atividade Física + Fortalecimento da Autoestima – a R.A.F.A” (acabei de inventar! hahaha) como filosofia para um emagrecimento saudável.